Análise das questões do desporto e, em especial do futebol, feita por António Castro, agora mais distante dos centros de decisão, ao contrário do que aconteceu durante 40 anos ao serviço do extinto «Mundo Desportivo» e do «Diário de Notícias»

Sexta-feira, 17 de Outubro de 2014
Mourinho "anima" diálogo no futebol...

José Mourinho está sempre presente na ribalta internacional. Dois casos recentes revelam a sua personalidade, adjectivada das mais diversas maneiras. Sobre o facto de Vicente del Bosque ter utilizado Diego Costa - derrota (2-1) da Espanha na Eslováquia, na qualificação do Europeu 2006 - sem estar nas melhores condições físicas, o português foi lacónico: «Não costumo falar com os seleccionadores sobre esses casos. Alguns telefonam-me a pedir informações, mas creio que não vale a pena perder tempo com isso, pois não se podem evitar as decisões dos responsáveis das selecções.

Do realismo à ironia. Criticado pelos treinador e assistente do Aston Vila por pretender cumprimentá-los antes de terminado o encontro em que o Chelsea venceu por 3-0, não demonstrou arrependimento e limitou-se a responder: «Aprecio esses comentários. Penso que Paul Lambert e Roy Keane são bons exemplos de pessoas polidas e bem educadas, e eu sou um homem humilde que tenta aprender cada dia, através de cada experiência.

José Mourinho não ficou por aqui e perante a pergunta se voltaria a ter a mesma atitude, disse laconicamente: «Sim!» Ninguém fica sem resposta se der oportunidade ao Happy One.



publicado por António Castro às 23:50
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Terça-feira, 4 de Fevereiro de 2014
Massagista vira treinador

A vitória do Chelsea sobre o Manchester City foi uma surpresa no novo Ethiad Stadium, mas não foi a única. No dia seguinte chegou ao conhecimento público que a habitual conversa de balneário da equipa de Londres foi feita pelo massagista.

A notícia surgiu nestes termos: «Eu não falei antes do jogo, foi o Billy, o massagista, quem deu a palestra à equipa. Ele gritava no seu forte sotaque escocês -  "grrr, grrr, grrr" -, que não consegui perceber nada. Estou a falar a sério! Mas os jogadores batiam palmas. Era palestra do Billy e ele foi fantástico. Não percebi nada, mas parece que os jogadores perceberam. A última vez que falei com os jogadores foi a meio do dia.»

Palavras proferidas por José Mourinho.

A imaginação do Happy One não tem limites para estimular os seus jogadores. A partir de agora tudo se pode admitir nos seus mind games.



publicado por António Castro às 15:16
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Quarta-feira, 18 de Dezembro de 2013
Mourinho em dificuldades no Chelsea

O alarme soou em Stramford Bridge. O Chelsea foi eliminada (2-1) da Taça da Liga no campo do Sunderland, ao terminar o prolongamento.

José Mourinho confessou estar frustrado pela debilidade defensiva revelada nos últimos jogos e mostra-se disposto a trocar uma toada deliberadamente ofensiva por precauções defensivas.

Recorde-se que o treinador chegou a ser criticado, tanto em Inglaterra como no Real Madrid, por sacrificar o espectáculo em favor das vitórias, opção que lhe valeu muitas críticas.

Os donos do clube londrino começam a preocupar-se e o português não está disposto a abdicar dos seus princípios, que tão bons resultados, como era de esperar, deram em Itália.

Razão para não estranhar o seu aviso: «Estamos a caminhar na direcção certa, mas é frustrante. O futebol resume-se a resultados e é bastante frustrante se tivermos de dar um passo atrás para sermos mais consistentes na defesa. Não é algo que eu queira fazer, passar a jogar em contra-ataque, mas é algo em que tenho de pensar seriamente.»

Janeiro, o mês destinado a fazer acertos nos plantéis ao aproveitar o curto período de transferências, pode oferecer um novo rosto ao Chelsea.

Realismo e capacidade de fazer alterações radicais nunca faltaram a José Mourinho.



publicado por António Castro às 22:19
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Segunda-feira, 7 de Outubro de 2013
"Happy One" anda nervoso

A empatia entre os jornalistas ingleses e José Mourinho parece estar em declínio. O diálogo de antecipação (30 de Setembro) sobre a visita do Chelsea ao Steaua de Bucareste acabou com a sua saída abrupta da sala - apenas ficou o «capitão" Lampard -, devido a uma pergunta sobre a não convocação de um jogador.

Anos antes, o português mostrava mais poder de encaixe e não deixava de responder a qualquer questão, ou com humor ou mesmo em tom menos cordial.

Desta vez, tomou uma atitude inesperada, parecendo marcado pelo que se passou durante três anos em Madrid. Afinal, a carreira do clube de Londres neste início de temporada não está a proporcionar-lhe tanta felicidade como esperava.

Ainda é muito cedo para perder a paciência. Tanto na Liga inglesa como na prova dos campeões as dificuldades afiguram-se crescentes.



publicado por António Castro às 12:52
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Sexta-feira, 14 de Junho de 2013
Mourinho na sombra de Pellegrini

Treinou clubes no Chile, onde nasceu, Colômbia, Argentina e, em 2004, apareceu na Europa, precisamente em Espanha. O trabalho de Manuel Pellegrini foi muito apreciado no Villarreal, onde permaneceu cinco temporadas. De tal forma que mereceu a atenção do Real Madrid, mas apenas permaneceu um ano sem grande sucesso, sendo substituído por José Mourinho.

Enquanto o português se manteve nos merengues, o chileno desenvolveu bom trabalho no Málaga, de tal forma que recebeu honroso convite de Inglaterra.

Se Mourinho "forçou" o regresso ao Chelsea, Pellegrini foi o escolhido pelos magnatas do Manchester City para suceder ao italiano Roberto Mancini (antecessor de José Mourinho no Inter de Milão) que, em quatro anos, conquistou uma Taça de Inglaterra (2011) e a Liga (2012), na cidade do mítico United, ainda treinado por Alex Fergusson.

O polémico português, nove anos mais novo que o calmo chileno, voltam a encontrar-se em campos opostos, e podem voltar a trocar piropos, em inglês ou castelhano.



publicado por António Castro às 20:30
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Quinta-feira, 30 de Maio de 2013
Mourinho regressa a "casa"

José Mourinho volta a Inglaterra, garantem os jornais britânicos, que adiantam ter assinado um contrato por quatro anos no valor global de cerca de 47 milhões de euros. O presidente do Chelsea, que o despediu quase no final da terceira época, após a conquista de dois campeonatos (2005 e 2006) que o clube não vencia há 50 anos, é o mesmo que contrata de novo o Special One.

Roman Amabrovich não parece disposto a investir tanto em jogadores como aconteceu em 2004, mas terá aceitado disponibilizar uma verba que permita a José Mourinho montar à sua maneira uma equipa vencedora.

A experiência em Espanha não foi positiva, apesar dos elogios feitos pelo presidente Florentino Pérez ao homem que procurou organizar a estrutura do futebol de acordo com a sua filosofia de trabalho. Se teve sucesso quanto às suas competências, embora sem evitar guerras com figuras influentes no clube, não teve idênticos resultados no convívio com certas vedetas do balneário.

Expectativa redobrada, portanto, para o regresso ao local do primeiro "crime": não vencer a Liga dos Campeões.

Em Portugal, a expectativa mantém-se sobre a continuidade de Jorge Jesus no Benfica. Se as palavras de Luís Filipe Vieira podem ser levadas à letra - «Vamos manter o rumo» -, o técnico pode preparar a nova época. Apesar da oposição de alguns dirigentes, há quem garanta que presidente e treinador acordaram na renovação de contrato por mais dois anos.

Mas há ainda muitos casos por resolver em clubes de topo em Portugal e noutros países da Europa.



publicado por António Castro às 23:17
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Domingo, 23 de Dezembro de 2012
Mourinho agita balneário do Madrid

«Mourinho não me deu explicações» Ikker Casillas

 

«Mourinho dobra a aposta e mostrou o seu poder» Jorge Valdano

 

«Casillas no banco é ataque ao clube e a uma das suas lendas vivas» Guti

 

«Faz bem perdermos para saber o que os outros sofrem» José Mourinho

 

 A ausência do guarda-redes campeão do Mundo e da Europa no jogo com o Málaga, concluído com uma derrota do Real Madrid em Chamartin, causou autêntico terramoto no futebol espanhol.

José Mourinho utilizou todo o “arsenal psicológico” para avisar as vedetas, sem receio de perder a sua primeira grande guerra.



publicado por António Castro às 20:41
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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2012
Florentino discorda de Mourinho

O empate (2-2) consentido pelo Real Madrid na visita do Espanhol a Santiago Bernabéu causou escândalo nas hostes merengues e houve quem não gostasse de José Mourinho admitir que «conquistar a Liga era quase impossível».

Se o atraso de 13 pontos em relação ao Barcelona foi o assunto mais explorado, um discurso do presidente no dia seguinte, na tradicional cerimónia da campanha da Fundação Realmadrid denominada “No Natal nenhuma criança sem brinquedos” teve idêntico impacto.

«O Real Madrid tem como princípio desportivo nunca se render, por mais difícil que seja o obstáculo. Ninguém deve jamais render-se, nem no desporto nem na vida», disse o presidente do clube de Madrid, antes dos futebolistas Cristiano Ronaldo, Kaká e Pepe e dos representantes dos basquetebolistas Rudy Fernández y Sergio Llull terem distribuído simbolicamente brinquedos a algumas crianças carenciadas, iniciativa alargada a duas mil.

Propalado desde há tempos que presidente e treinador estão de costas voltadas, logo os analistas interpretaram aquela frase como “dura” resposta de Florentino a Mourinho.



publicado por António Castro às 22:04
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Sábado, 15 de Setembro de 2012
Mourinho crítico assume crise do Madrid

Desde que iniciou a carreira de treinador em equipas profissionais, José Mourinho nunca teve um início de época tão frustrante: duas derrotas, um empate e uma vitória, além de ver o eterno rival do Real Madrid a oito pontos. Impensável depois de ter ganho a Supercopa ao Barcelona e atendendo às vedetas do plantel.

A crise toma proporções quase inéditas em Santiago Bernabéu, e na sequência da derrota em Sevilha o treinador assume as responsabilidades, mas não isenta de culpas os jogadores. «Não podemos trabalhar melhor as bolas paradas. Cada um sabe as suas responsabilidades e em Sevilha, ao segundo minuto, sofremos um canto e golo.»

Mourinho não poupa nas críticas, mesmo em vésperas do encontro da Liga dos Campeões frente ao Manchester City, um dos novos milionários do futebol mundial: «Neste momento não temos equipa, não tem concentração nem disponibilidade mental. São poucas as cabeças comprometidas, concentradas, em que o futebol seja prioritário nas suas vidas, mas o treinador sou eu e a culpa é minha.»

Florentino Peréz vive um momento pouco agradável, mas há muita gente a sorrir. Por exemplo, Jorge Valdano. Mais um teste para o El Especial.



publicado por António Castro às 23:53
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Quarta-feira, 29 de Agosto de 2012
Madrid agora é supercampeão

O nome de José Mourinho está sempre na ribalta da comunicação social espanhola.

Num dia, o jornal El País conta a história de uma discussão, depois da derrota com o Getafe, entre o treinador português, o capitão Iker Casillas e o sempre opinioso Sérgio Ramos.

A serem verdadeiros os factos - a hipótese de invenção não deve ser descartada - prova-se que alguém no Real Madrid continua a trabalhar para ver Mourinho pelas costas.

Pelos vistos, o que se passa nos balneários dos merengues não é assunto interno, e o facto do treinador acusar a equipa de endeusamento e sobranceria ofendeu alguns jogadores, qual damas virgens do início do século passado.

A véspera da decisão da Supercopa com o Barcelona em Santiado Bernabéu foi o dia escolhido, e o golo de vantagem (3-2) dos catalães era apontado como sinal de que mais uma vez o troféu seguiria para a cidade condal.

Aconteceu o contrário. As manchetes fizeram do Madrid o supercampeão. Teceram os maiores elogios à exibição e cedo estar a ganhar por 2-0. Lamentaram que certo domínio do Barça na segunda parte não tivesse a devida correspondência em eficácia. Esqueceram o que acontecera ao madrilenos depois do tento de Cristiano Ronaldo.

Depois assistiu-se à festa de Casillas e companheiros em Santiago Bernabéu.

José Mourinho, ao substituir-se pelo adjunto na conferência de imprensa, não evitou nova exposição às críticas.



publicado por António Castro às 23:45
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Quarta-feira, 2 de Maio de 2012
E vão três e mais um

 

 
Muitos sapos foram engolidos em Portugal e Espanha com a conquista do título de campeão pelo Real Madrid, depois de um jejum de três temporadas, durante as quais o Barcelona, o grande rival, exerceu hegemonia quase absoluta, tanto a nível do país como em competições internacionais.
José Mourinho demonstrou mais uma vez excepcionais dotes na orientação de equipas em campeonatos de topo do futebol mundial. Os seus críticos de 3+1 países - Inglaterra, Itália e Espanha, além de Portugal - são obrigados a reconhecer ser na realidade o Special One, tal como têm o direito de apontar-lhe defeitos. 
Os números, no entanto, quanto às qualidades profissionais, não enganam: com a 32.ª vitória dos merengues, o treinador português já conquistou sete títulos de campeão ao levar ao pódio o FC Porto (2 vezes); Chelsea (2), Inter (2) e Real Madrid (1). Os famosos italiano Giovanni Trapatoni e o austríaco Ernst Hapel viram agora igualado um recorde detido há anos.

Querem mais? O setubalense Mourinho não é homem para desistir.



publicado por António Castro às 23:45
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Domingo, 8 de Abril de 2012
Mourinho "acossado" pelos catalães

O empate do Real Madrid na visita do Valência, além de ter reduzido para quatro pontos a vantagem dos merengues sobre o Barcelona - há cerca de dois meses eram  10 - agitou os meios futebolísticos de Barcelona.

Além da satisfação de dirigentes, jogadores e adeptos, como é natural, a comunicação social da Catalunha aproveitou para "demonizar" o treinador português.

Acusado de fugir à habitual conferência de imprensa depois do jogo - o adjunto Karanka já fora o porta-voz na apresentação do embate de Santiago Berbabéu -, contam uma série de histórias. Desde antigas críticas de Di Stefano aos planos de contratação de Bosingwa (Chelsea) para a próxima época, às ligações com o empresário Jorge Mendes e ao desagrado do plantel, surge de tudo um pouco.

Mais fácil será o leitor apreciar dois artigos publicados no site do Mundo Deportivo. Elucidativo!



publicado por António Castro às 23:33
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Terça-feira, 4 de Outubro de 2011
Mourinho dá uma no cravo e outra na ferradura

«Neste momento, a equipa que merece toda a atenção e todos os elogios, pelo inesperado da situação, é o Levante, porque é a equipa mais pequena. É digno que se diga que é o líder.» Palavras de José Mourinho depois da última jornada da Liga espanhola, na qual o Barcelona ocupa o primeiro lugar com o mesmo número de pontos da modesta equipa de Valência, mas com superior diferença de golos.

O treinador do Real Madrid não perde qualquer oportunidade para a "guerrilha" com o Barcelona.

 

 Aliás, muito se tem escrito em Espanha sobre o comportamento de José Mourinho nos últimos tempos. Algumas notícias, consideradas simples rumores, sobre o relacionamento do técnico com os jogadores e o ambiente no balneário desde há semanas surge agora confirmado num artigo do El País, no qual se acrescenta que o ambiente ficou desanuviado no último encontro com o Espanhol, no qual actuaram pela terceira vez juntos e como titulares os cinco merengues campeões do mundo na África do Sul.

Esta versão dos bastidores do Real Madrid, a corresponder à realidade, explica aquilo que antes se apontava como reflexo da inveja dos detractores de José Mourinho. O El Especial terá aprendido que o ambiente do futebol de Inglaterra é muito diferente do que viveu em Itália e está a constatar em Espanha.

E adaptar-se às circunstâncias através do diálogo, sem perder o respeito dos jogadores e manter um clima de exigência, é uma da suas qualidades.

  



publicado por António Castro às 22:39
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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2011
Mourinho sempre na crista da onda

Anda todos os dias nas bocas do mundo. Sujeito a críticas ou a elogios. José Mourinho assume-se como um dos principais protagonistas do futebol mundial. Durante dois anos, Claudio Ranieri, agora treinador do Inter, multiplicou-se em acusações ao português, quando este treinava a equipa de Milão e o italiano orientava a Roma. Há dias, depois de chegar a acordo com o presidente Moratti, reconheceu que o seu anterior rival era, apesar de tudo, o melhor treinador do mundo.

Na recente assembleia de sócios do Real Madrid, o presidente Florentino Pérez disse apenas isto: «Acreditamos nesta equipa e no melhor treinador do mundo: José Mourinho.» E, para acalmar os adeptos mais críticos, acrescentou: «Assumiu o que significa ser treinador do Real Madrid e tem um enorme grau de compromisso e empatia com o clube.»

Se a nível directivo tudo parece calmo no Madrid, o relacionamento com os jogadores pauta-se por uma empatia desmentida nos últimos tempos. Uma crónica no site de uma publicação desportiva espanhola relata o teor de uma reunião dos jogadores no dia seguinte à derrota dos merengues em Santander e revela serem boatos os problemas entre técnico e as vedetas de Santiago Bernabéu.

Mourinho continua a ser o actor mais mediático do futebol espanhol e, a avaliar pelo que foi escrito, aberto ao diálogo com a equipa sem abdicar de ser o comandante.



publicado por António Castro às 23:49
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Quinta-feira, 8 de Setembro de 2011
Mourinho critica leis da UEFA e FIFA

«Não, o Real Madrid a única garantia que tem é que o problema foi na selecção e não foi no Real Madrid. E, como tal, o Real Madrid não comenta e, como tal, o Real Madrid não contacta e, como tal, o Real Madrid não espera ser contactado e, como tal, o Real Madrid vive completamente isolado de um problema que existiu fora do contexto Real Madrid», palavras de José Mourinho sobre a saída intempestiva do defesa Ricardo Carvalho do estágio da selecção portuguesa, antes da partida para Chipre.

O treinador dos merengues, mais uma vez não manda dizer por ninguém aquilo que pensa e, questionado sobre a hipóteses do clube de Madrid ser castigado caso o assunto seja apresentado às instâncias internacionais, é peremptório: «A questão não é esperar, nem deixar de esperar. A questão é que eu acho que há leis que nem sempre estão correctas e para mim é uma incorrecção a todos os níveis que um clube seja penalizado por um problema que não é seu.»

Apesar de ter um currículo disciplinar, na ainda curta carreira de treinador de topo, nada agradável no que respeita a castigos e multas, sejam aplicados pelas federações dos países onde trabalhou ou pela UEFA ou FIFA, Mourinho dá sempre o peito às balas...

 



publicado por António Castro às 22:17
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